Minha história começou ha três anos atrás, quando ganhei de uma amiga minha o Bidú, um teckel preto lindo, mesmo sem meus pais concordarem.
Quando ele chegou, as únicas pessoas que ficaram felizes foram eu e meu namorado, porque o resto de minha família não o queria de modo algum, ainda mais porque morávamos em apartamento. Mas se passaram alguns poucos meses e o Bidú já dormia em nossas camas, já tomava café conosco de manhã, já tinha caminha, brinquedinhos espalhados pela casa toda...enfim, ele nos conquistou. Mas infelizmente, por uma mácriação nossa, mimo demais, ele passou a ser o líder da casa sem que ninguém o mandasse, o corrigisse ou coisa assim. Ele vinha em cima de nós, nos mordia, nos desafiava. Era e é uma coisa horrível porque ele existe ainda!
Passaram-se três anos e minha mãe decidiu comprar uma casa em um lugar mais afastado de onde morávamos. Precisávamos agora de um cão de guarda, que nos viagiasse e que se desse bem com o Bidú!
De tanto eu pechinchar, achei um Doberman, um cão que sempre temia a ferocidade mas que a primeira vista, me apaixonei. Lindo, elegante, de um porte de dar inveja a qualquer um. Quando ele chegou em casa, o Bidú ficou com tanta raiva e tanto ciúmes que o Doberman - BARUK, queria brincar com ele, por ser filhote, e o Bidú rosnava pra ele, o mordia (mordicadas, não machucava), enfim, não o ceitava de jeito nenhum, afinal, era um invasor de seu território.
Enfim, hoje o Bidú está com 03 anos e 07 meses e o Baruk com 10 meses de idade. Eles ainda se estranham mas se amam ao mesmo tempo. O Baruk fica perturbando o Bidú o tempo todo pra brincar mas o Bidú, como sempre mau humorado, não o aceita e os dois começam com uma brincadeira de morder um ao outro mas é pura implicância mesmo. Morremos de rir com os dois e eles nos alegram muito!
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